Serjão comenta do céu

A Verdade dói. E aqui machuca mais.

Domingo, Novembro 08, 2009

Novos tempos na UNIBAN

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Domingo, Outubro 25, 2009

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Quinta-feira, Outubro 22, 2009

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Domingo, Outubro 18, 2009

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Sábado, Outubro 17, 2009

Em tempo: Talvez uma avaliação psiquiatrica caísse bem mas nada de cassar o cara. Pelo menos não por isso. No senado tem coisa muuuuito pior. Prefiro um Suplicy de cuecas a um Renan de terno. 

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Sexta-feira, Outubro 02, 2009

Você está feliz com a escolha do Rio?


Está? Então pare para pensar:

* A Administração municipal ficará 7 anos engessada onde só se pensará nesta porra desta Olimpíada. Lembra do PAN? Multiplique isso por 10.

* Melhorias para a cidade? Um marco para a sociedade carioca? Você sabe que é lorota. Você já ouviu este papo furado quando do tal de PAN. Continua tudo a mesma porcaria pois o lixo saiu debaixo do tapete. A diferença é que alguns políticos ficaram mais ricos. Sabe como é: o que iria custar 50 custou 500. 

* Lula, Cabralzinho e Dudu "Traíra" Paes vão voltar da Dinamarca como se tivessem vencido a terceira guerra mundial. Vai ser duro de aturar. 

* A mídia vai encher o rabo de dinheiro na base do "pra frente Brasil!". Alguém ainda aguenta isso? 

* Vai ter muito dinheiro na mão de político. Isso é sempre perigoso.

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Domingo, Julho 26, 2009

Imaginemos, pois...

Se na condição de reles parlamentar este homem faz o que faz, imaginemos, pois, o que ele armou quando era um carrapato aderido às tetas do regime militar; quando não havia imprensa livre; quando não havia Internet; quando os tribunais de contas eram muito pouco confiáveis Imaginou? Continuando...

Imaginemos, pois, o que este homem fez na condição de primeiro mandatário da nação, condição a que foi escarrado sem conseguir um mísero voto; quando não havia o “Contas Abertas”; quando não havia a Lei de Responsabilidade Fiscal; quando a Inflação atingia tamanho nível que era possível maquiar qualquer demonstrativo financeiro; Deu para entender? Mas tem mais...

Imaginemos, pois, as condições em que ele e sua descendência alcançaram uma fortuna de 250 milhões de reais apenas com a condição de políticos, sem nunca terem produzido um alfinete sequer; tudo isso diante de um dos estados mais pobres do país onde mandam e desmandam para perpetuar sua influência. Imaginou? Então “vamo que vamo”...

Imaginemos, pois, quando este senhor passar desta para melhor (por incrível que possa parecer isso um dia vai acontecer); como será que a imprensa vai abordar o assunto? Como a morte de um corrupto que levou seu estado a ser um dos mais miseráveis do país com metade da população beneficiária do “bolsa-família”; como o comandante de uma década perdida; como avalista de inúmeros desastrados planos econômicos que hoje são esqueletos no armário da economia; ou será lembrado com a balela de responsável pela transição democrática?

Este senhor me dá nojo. E não é de hoje.

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Sexta-feira, Julho 17, 2009

Bundão da Semana...

PAULO DUQUE (Quem?)
A única coisa realmente anárquica da qual já participei é escrever Blog. Realmente é um barato. Nenhum compromisso a não ser com sua própria cabeça. Sem patrões, sem chefes, sem datas. Se está a fim, escreve; se não está, não escreve. Uma beleza. Foi aí que acordei hoje com vontade de escrever sobre o infeliz aí da foto. Para isso, nada melhor do que ressuscitar o Bundão da Semana. Não sabe quem é? Normal. Nem eu que sou conterrâneo do cara o conhecia. O motivo? Ele não é do meu tempo.

Trata-se do “senador” Paulo Duque, um chaguista (pré)histórico, espólio de Cabralzinho, que se tornou, vá lá, governador do Rio e deixou este abençoado no Senado. Por que as aspas no senador? É que este senhor era terceiro suplente e, graças a esta esdrúxula legislação eleitoral, caiu de pára-quedas em Brasília. Deveria ter vergonha de se autoproclamar senador. Isso se “vergonha” constasse no dicionário do político do PMDB.

Reconheçamos, raros leitores: tem cabra que dá sorte na vida. É assim em todas as áreas. Realmente, não é culpa deste careca ter se tornado um Senador sem votos. As regras são estas, fazer o quê? Mas já que foi assim, poderia desempenhar seu papel no Senado com moral e altivez. Os holofotes são de graça e poderia se afirmar como homem público sério, almejando inclusive vôos mais altos. Nada disso. Preferiu se juntar com Renan, Sarney, Jucá dentre outros Peemedebistas históricos com grandes serviços prestados ao país. Com indecorosa empáfia bate na tecla do “estou me lixando para opinião pública” e ratifica que hoje determinado grupo se utiliza das manobras mais desonestas para dar as cartas no país sem dar satisfações à sociedade. Verdadeiros crápulas que só agem assim porque sabem da passividade do povo brasileiro, incapaz de uma manifestação de força. Uma queda da Bastilha em Brasília seria um fato delicioso. Toda a sociedade torce para isso. Mas só se for depois da novela.

Justiça seja feita. O careca só se posiciona assim pela pronta vontade do seu chefe. Se Cabralzinho quisesse, poderia acabar com a indecência mandando o primeiro suplente, Régis Fichtner, seu chefe da Casa Civil, para o Senado. Mas desde de que virou unha e carne com Lula, Cabral faz o que o sapo deseja. E no governo do PT é assim: quanto mais delinqüência melhor. E o PMDB está aí mesmo para ajudar esta governabilidade.


Portanto, a comenda vai para o nobre “Senador” Paulo Duque. Nada mais justo. Afinal, a cabeça dele parece muito com uma bunda.

Sábado, Julho 04, 2009

Era 16 de outubro de 2007...

Domingo, Abril 26, 2009

Ela será o "plano A". Se Deus quiser.

"É Dilma. Não há plano B"

A frase acima é de Fernando Pimentel numa entrevista a VEJA na qual em fevereiro deste ano denotava o ânimo do Partido dos Trabalhadores com a candidata escolhida por Lula . De lá para cá este ânimo só aumentou. E deve permanecer em alta depois que a Ministra escancarou em praça pública seu sofrimento deixando a oposição acuada. A partir de agora, se bater na mãe do PAC parecerá insensível diante de um problema de tamanha gravidade. Se não bater, Dilma surfará na crista da onda da valentia da superação. Claro que foi sem querer, mas a entrevista coletiva de ontem, quando discorreu sobre seu drama com força e altivez, foi o principal ato de campanha até agora. Podem acreditar: nenhuma inauguração do PAC chega perto.

O “se Deus quiser” aí em cima no título de deve a dois motivos. Primeiro, pela figura humana. Não é preciso ter sequer dez centímetros de caráter para não se desejar o mal pessoal a nenhum adversário sejam eles esquerdistas, petistas ou até flamenguistas. E segundo, porque nem à microscopia eletrônica se encontra no Petralhado alguém melhor do que Dilma Roussef. Qualquer um ali é mais desonesto do que ela, mais incompetente do que ela ou os dois como os capos das máfias sindicais. Portanto, mesmo em tudo discordando ideologicamente da mãe do PAC, eu reconheço: se Lula conseguir transferir a popularidade que possui para algum poste, ela é seguramente o mal menor.

Imaginemos que toda a torcida, as preces e os prognósticos médicos se mostrem infrutíferos e Dilma tenha mais problemas do que se faz prever durante seu tratamento. Logicamente, o PT (leia-se Lula) terá que parir outro candidato. Alguém de outro Partido? Pode esquecer. O petralhal jamais carregaria no colo alguém de fora do Partido dos Trabalhadores. Precisa desenhar, Ciro Gomes? E isso é mais certo do que o sol vai se por. Neste cenário, qualquer outro que recebesse a indicação contaria com muito menos carisma do que o atual presidente. Se vencer a eleição tratará de se consolidar politicamente despejando favores e dinheiro nos aparelhos sindicais, nas ONGs picaretas e nos movimentos pilantro-sociais. Será o caos.

Mas este tipo de politicagem poderia também partir de Dilma na presidência? Não creio. Ela sabe que exercerá um mandato tampão e tem um perfil muito mais gerencial. Vejam só o PAC. Ela administra esta miragem com um conteúdo de uma avelã como se fosse uma espécie de Plano Marshall e as pessoas acreditam que estão diante de algo importante. Aliás, todo o político tenta vender gato por lebre mas a Sargento Dilma é mais convincente.

Este modesto blog deseja a pronta recuperação da Ministra Dilma Roussef. Que ela tenha a sabedoria de saber se preservar e respeitar seus limites para a luta que se aproxima. Porque de valentes e inconseqüentes o cemitério está cheio. Como dizem os Titãs, nenhuma idéia vale uma vida.

Que Deus a ilumine.

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